Em clima de reunificação Conselho se reúne, traça planos e meta de 150 integrantes


O Conselho Deliberativo do Mixto se reuniu na terça-feira dia 12 para dar prosseguimento à sua reestruturação, iniciada no dia 29 de novembro quando elegeu o novo presidente, o advogado Eduardo da Costa e Silva juntamente com o novo conselho fiscal (veja no link: https://goo.gl/SruXqR). 

Com cerca de 50 integrantes presentes, o debate versou sobre a necessidade de ser ter um conselho forte, que fiscalize, mas que também seja proativo, como destacou o presidente.

- O objetivo nosso é um conselho que vai fazer o que estatuto determina, ou seja, fiscalizar e cobrar, mas também será um conselho proativo, com profissionalismo, que assessore as ações da diretoria executiva – destacou Costa e Silva.

Diversos integrantes tomaram a palavra para defender a necessidade de todos remarem para o mesmo sentido, deixando as desavenças de lado. Destaque para a intervenção do ex-presidente Zé Luis Paes de Barros, que ao declarar apoio ao novo momento explicou porque renunciou da presidência do órgão deliberativo mixtense.

- A união se transformou em desunião. Desorganização. Por isso renunciei, não conseguíamos mais reunir o conselho por conta das vaidades pessoais, isso tem que ser superado. Temos que chamar todos que contribuíram ou que podem contribuir para somar novamente e não descartar, fazer o que fizeram por exemplo com o Breno, com o Hélio Machado, com o Márcio Pardal, pessoas que ajudavam e foram isolados. Se não unirmos não vamos chegar em lugar nenhum – desabafou Zé Luis.

O grande trunfo da nova gestão comandada por Eduardo da Costa tem sido exatamente o clima de reunificação, com um plenário participativo. 

- O Mixto tem que ser democrático, participativo, ouvir a todos e aceitar perder quando sua opinião não for maioria. Mas todo mundo tem que somar. O interesse coletivo tem que estar acima do interesse individual -.

E defendeu a necessidade de publicizar as ações da gestão mixtense.

- A palavra de ordem vai ter que ser transparência. Se tivermos isso poderemos construir um projeto a médio e longo prazo, e apagar alguns incêndios. Não existe futebol em Mato Grosso se não tiver o Mixto. O dia que o Mixto aplumar, apluma o Dom Bosco, apluma o União e a turma da fronteira vem com tudo para cima da gente – afirmou empolgado o presidente, que já integrou a diretoria da antiga torcida organizada Massa Negra, nos anos 80.

A reunião combinava experiência com juventude. A assembleia contou com a presença do secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Cuiabá, Francisco Vuolo, e o vereador pela capital Sargento Joelson, além de ex-secretários de governos. Estavam presentes desde os novos conselheiros empossados no dia 29 de novembro até ex-dirigentes históricos como Orlando Craici e o atual investidor da base, o empresário e agropecuarista Mário Cândia.

A meta estabelecida é atingir 150 conselheiros pagando uma contribuição mensal de R$ 100,00 e deliberar um projeto de reestruturação do clube.

Ao homenagear seu pai presente na reunião, lembrando que ele o ensinou ser mixtense, Eduardo disse que é preciso combinar saudosismo com profissionalismo, valorizar os que no passado construíram o Mixto mas mirar também para o futuro. 

- Com credibilidade ninguém segura o Mixto. Onde o Mixto pode chegar, não sei. Mas sei que estamos começando e temos sim condições de chegar numa série A e numa série B – concluiu Eduardo.

Fonte: Fábio Ramirez/Mixtonet. Fotos: Assessoria Mixto EC/Site Oficial
13/12/2017