Após o apito final da goleada mixtense por 4 a 0 sobre o atual campeão Primavera, o técnico Lucas Isotton destacou a evolução constante do grupo, lembrando que o início da trajetória exigiu paciência.
— A equipe vem demonstrando evolução. Eu acredito muito no equilíbrio dentro do futebol, tanto na parte defensiva quanto na ofensiva —, afirmou o treinador.
Apesar do placar elástico, Isotton manteve os pés no chão, reconhecendo o desgaste físico de uma sequência intensa de jogos — foram três partidas em apenas seis dias. Segundo ele, o resultado final não reflete totalmente a dificuldade do confronto:
— O jogo se desenhou muito difícil. O mental estava no seu limite, a parte física nem se fala. No final, se desenhou para um jogo onde conseguimos fazer os gols e transformar em uma condição que não foi. Não foi um jogo para 4 a 0.
O comandante mixtense também reforçou a importância de manter a maturidade para lidar com os diferentes momentos de uma partida.
— A equipe vai criando maturidade, sabendo administrar algumas situações. Tem que saber aproveitar os momentos bons, como aproveitamos nesse final de jogo para fazer o placar mais elástico, como também soubemos sofrer nos momentos ruins —, pontuou.
Com a liderança garantida, o Mixto agora foca nos próximos desafios para manter o topo da tabela. Isotton usou uma máxima do esporte para alertar seus atletas sobre o perigo do relaxamento:
— Nem sempre quando perde está tudo errado, e nem sempre quando vence está tudo certo. O mérito é dos atletas, do comprometimento que eles têm. Agora temos que ter muita concentração, porque quando se chega no topo, para cair é mais fácil. A concentração tem que estar muito alta para nos mantermos nessa liderança.
O Mixto segue agora para mais um compromisso em seus domínios — quinta dia 5 às 19h diante do Sport Sinop, buscando aproveitar o "fator casa" e o apoio da torcida para sustentar a excelente fase.
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Fonte: MixtoNet

O terceiro gol teve um desarme de Índio, que fez um passe excelente entre dois zagueiros e deixou Di Maria de frente para o gol. A torcida aposta muito nisto, que os jogadores da defesa produzam também o ataque. No segundo tempo, o Mixto ficou uns 20 minutos sem ousar um ataque mais forte. Tomou várias bolas, mas, após tomar a bola, errava o passe entre defesa até o ataque. Quando acertou isto e resolveu atacar, fez o que tinha que fazer e goleou.
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