O Mixto suspeita da comercialização de ingressos falsificados no Estádio Presidente Dutra e já apura o caso internamente. Diante da situação, o clube também avalia mudanças no sistema de venda, com a adoção de plataformas digitais para garantir mais controle e segurança na emissão dos bilhetes.
A desconfiança ganhou força após os episódios registrados no último domingo, durante a final contra o Luverdense. Na ocasião, a Polícia Militar determinou o fechamento dos portões do estádio ao constatar lotação máxima, mesmo com centenas de torcedores ainda do lado de fora — muitos deles portando ingressos já adquiridos.
Embora os portões A, B e C, destinados à torcida mixtense, tenham sido fechados por excesso de público, o número oficial divulgado foi de 3.804 presentes. O dado chama a atenção porque o laudo do Corpo de Bombeiros aponta capacidade para 9 mil pessoas, enquanto o clube informou ter disponibilizado 4.900 ingressos para a partida.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram arquibancadas tomadas em praticamente todos os setores — com exceção do espaço destinado aos visitantes —, o que intensifica os questionamentos sobre a divergência entre a carga de ingressos colocada à venda, o público oficialmente divulgado e o cenário visto no estádio.
Para efeito de comparação, na partida entre o Mixto e o Cianorte, pela Série D de 2025, o público registrado foi de 4.100 pessoas, e a arquibancada geral do Sesc não estava completamente ocupada. A diferença visual entre os dois jogos reforça as dúvidas em torno dos números apresentados na final.
Fonte: MixtoNet

O Mixto não pode ceder metade da arquibancada para uma torcida que sequer compareceu. Torcida do Luverdense não tinha mais que 20 (vinte) indivíduos, e provavelmente mais parentes dos jogadores do que torcedores.
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