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| Luís Carlos Souza (Foto: Filipe Fonseca / @filipeffoto) |
Antes de embarcar para o Mato Grosso, para enfrentar o Mixto, no sábado (20/6), a comissão técnica do Gama concedeu entrevista coletiva para a imprensa na manhã de quarta-feira (17/6). No auditório do Bezerrão, o técnico Luís Carlos Souza e o diretor de futebol Zuza Falcão responderam às perguntas dos jornalistas presentes e de sócios torcedores do Periquito.
Na fase inicial, o Gama ostentou a melhor campanha geral da Série D. Agora, o clube do DF parte para um novo desafio: manter-se vivo na disputa e brigar pelo acesso. Para o confronto contra o time mato-grossense, o treinador alviverde não pretende fazer alterações no esquema que funcionou bem na fase de grupos — prevê apenas ajustes pontuais.
— Acho que a gente tem de manter aquilo que foi feito até agora e acrescentar algumas coisas. Existem falhas eventuais, existem falhas dentro do sistema e isso, no dia-a-dia, vamos conversando bastante. Mas estamos sempre suscetíveis a esse espirro, e a gente tenta se prevenir o máximo possível para que não causem danos na hora do jogo —, refletiu Luís Carlos Souza.
Enfrentar o Mixto não será uma surpresa para treinador, que revelou sondar o adversário antes da definição para o mata-mata.
— A gente já vem estudando o Mixto há tempo, olhando as características dele. Vai ser um jogo difícil dentro da casa deles. A gente tem todos os nossos resultados e, se dermos o máximo, vamos buscar fazer o resultado dentro da casa deles —, destacou.
— Quando você entra numa situação de mata-mata, às vezes, não é a beleza que te joga para frente, é a eficiência —, completou.
Com quatro times de Brasília buscando avançar na quarta divisão, alguns clubes optaram por reforços para esta etapa do campeonato. O Periquito, no entanto, seguirá com o mesmo elenco e, segundo o diretor de futebol Zuza Falcão, as contratações pontuais que a diretoria fez no decorrer da primeira fase já projetavam uma eventual classificação.
— Hoje, a gente entende que o nosso elenco estava abastecido com todas as características que precisa ter. Eventualmente, alguns vão variar de performance e um vai descer um pouquinho e o outro, subir. Mas a gente entende das características. A ideia que o professor pretende trabalhar, a ideia que o clube tem e que a gente precisa avançar. Já temos essas peças aqui —, explicou.
Fonte: Mel Karoline e Fernando Brito / Correio Braziliense
